sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

SALVE18 DE FEVEREIRO - Dia do yogin





Yamas: não, não, não

* Ahimsa-  não-violência

Evitar a violência em atos, atitudes, palavras, pensamentos - contra os outros e também, sobre tudo, contra si mesmo. O yogin observa esse princípio na vida e nas aulas, não sendo violento com o corpo, não ultrapassando seus limites, respeitando suas possibilidades.

* Satya - verdade

A verdade sempre, nada mais que a verdade.
O yogin desconhece a mentira.

*Asteya – integridade

Não roubar - nem bens materiais nem idéias.

* Brahmacharya – não-dissipação da energia sexual

A energia sexual é usada no yoga como ferramenta para atingir o samadhi, estado de hiperconsciência. O yogin mantém o equilíbrio em suas práticas sexuais para não desperdiçar essa energia tão importante. Isso significa fazer sexo com consciência, respeitando a si próprio e o parceiro.

* Aparigraha – desapego

Desapegar-se das posses materiais, dos relacionamentos, do resultado da prática.
É muito importante que o yogin não fique preocupado com o resultado das posturas físicas. Cada praticante deve respeitar o limite do seu corpo.


Niyamas: sim, sim, sim

* Saucha – limpeza

O yogin deve sempre observar a limpeza de seu corpo, tanto externa como internamente. Assim como o banho diário mantém o corpo limpo por fora, a prática de posturas físicas, exercícios respiratório e o controle das emoções livram o organismo das toxinas que obstruem os canais energéticos e causam as doenças. Também existem técnicas de purificação interna como o neti, limpeza das fossas nasais.

* Santocha – autocontentamento

Alegria por ser e não por ter. O ter é conseqüência do ser. O yogin deve  sentir-se permanentemente feliz.

* Tapas – auto-esforço, disciplina, desejo ardente

Na prática do yoga e na vida em geral é preciso aplicar toda nossa força de vontade para conquistar os nossos objetivos. Através de tapas, o yogin progride, vai em direção ao autodesenvolvimento.

* Swadhyaya – auto-estudo

O yogin deve observar permanentemente seus atos, palavras, pensamentos, emoções e físico. A idéia é ter consciência do corpo, da mente e dos sentimentos vinte e quatro horas por dia.

* Ishwara pranidhana – entrega

Depois de observar todos os outros yamas e niyamas, o yogin deve se render a energia suprema, entregar-se completamente ao poder do universo.

E EM ESPECIAL UM GRANDE ABRAÇO A ESTA QUE COM A SUA SAPIÊNCIA E HUMANIDADE ACOLHE A TODAS NÓS,QUE MUITAS DAS VEZES CHEGAMOS EM SEU PQUENINO ENORME COLO, COMO CRIANCINHAS PEDINTES DE CONFORTO E CONSOLO, E ELA PRONTAMENTE ARRUMA-NOS NO CENTRO DAS NOSSAS EMOÇÕES.QUERIDA MARINETE, CHUVINHA DE BÊNÇÃOS,BEIJOS NO SEU CORAÇÃO.
E essa é do coraçao!parabéns pra tu amor de minha vida,ícone de aconchego !amo vc com todas as forças deste coração manso e  manhoso sempre.Arlete xeru!!


por hj é só amigos !muita paz!smile

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Novo Ano,Novos Rumos!Jesus nos abençoe!

Com o sucesso dos trabalhos artesanais para o bazar de final de ano,sentimos a necessidade de darmos continuidade às tarefas de nossa casa,somando um trabalho prazerozo e beneficente.
"""Jesus nos abençoe e nos dê sempre coragem e união para que estejamos em comum acordo aos teus ensinamentos,certos que estamos  amparadas de nossa Mãe Maria Stmª e nosso mentor Dr. Bezerra de Menezes,Espíritos de Luz!
Esperamos voce,amigos e amigas para nos visitar.Visite-nos,estamos todas as 5ª feiras a partir da 15h.


R.Simplício Moreira S/N,entre as ruas Benedito Leite e Aquiles Lisboa.




                           

sábado, 5 de fevereiro de 2011

UM LINDO DOMINGO A TODOS!!

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O trabalho é o amor feito visível
A necessidade do trabalho é lei da natureza, por isso constitui uma necessidade. A civilização obriga o homem a trabalhar mais, porque lhe aumenta as necessidades e os gozos.

Mas por trabalho não se devem entender somente as ocupações materiais. Toda ocupação útil é trabalho.

Sem o trabalho o homem não se aperfeiçoaria e permaneceria sempre na infância, quanto à inteligência.

Por isso é que seu alimento, sua segurança e seu bem-estar dependem do seu trabalho e da sua atividade.

Como a história da humanidade registra que por muito tempo o trabalho foi tido como castigo, existem pessoas que se aborrecem por terem que trabalhar.

Importante, assim, lembrar que é o trabalho que nos dá oportunidade de crescimento.

Todos os progressos que a humanidade alcançou até hoje, são frutos do trabalho.

E é sobre o trabalho que Khalil Gibran escreveu o seguinte:

Quando trabalhais, sois uma flauta através da qual o murmúrio das horas se transforma em melodia.

Quem de vós aceitaria ser um caniço mudo e surdo quando tudo o mais canta em uníssono?

Sempre vos disseram que o trabalho é uma maldição, e o labor, uma desgraça.

Mas eu vos digo que, quando trabalhais, realizais parte do sonho mais longínquo da terra, desempenhando assim uma missão que vos foi designada quando esse sonho nasceu.

E, apegando-vos ao trabalho, estareis na verdade amando a vida.

Disseram-vos que a vida é escuridão; e no vosso cansaço, repetis o que os cansados vos disseram.

E eu vos digo que a vida é realmente escuridão, exceto quando há um impulso.

E todo impulso é cego, exceto quando há saber.

E todo saber é vão, exceto quando há trabalho.

E todo trabalho é vazio, exceto quando há amor.

E quando trabalhais com amor, vós vos unis a vós próprios e uns aos outros, e a Deus.

E que é trabalhar com amor?

É tecer o tecido com fios desfiados de vosso próprio coração, como se vosso bem-amado fosse usar esse tecido.

É construir uma casa com afeição, como se vosso bem-amado fosse habitar essa casa.

É semear as sementes com ternura e recolher a colheita com alegria, como se vosso bem-amado fosse comer-lhe os frutos.

É pôr em todas as coisas que fazeis um sopro de vossa alma.

O trabalho é o amor feito visível.

E se não podeis trabalhar com amor, mas somente com desgosto, melhor seria que abandonásseis o vosso trabalho e vos sentásseis à porta do templo a solicitar esmolas daqueles que trabalham com alegria.

Pois se cozerdes o pão com indiferença, cozereis um pão amargo, que satisfaz somente a metade da fome do homem.

E se espremerdes a uva de má vontade, vossa má vontade destilará no vinho o seu veneno.

E ainda que canteis como os anjos, se não tiverdes amor ao canto, tapais os ouvidos do homem às vozes do dia e às vozes da noite.

Sem dúvida o poeta tem razão.

O trabalho feito com amor provê não só as necessidades do corpo, mas também as da nossa alma.

Pensemos nisso!

 
ESPECIAL:


Nosso Lar

de R$ 25,00
por R$ 22,00
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, itens 674 a 676, e no cap. O trabalho, do livro O Profeta, de Gibran Khalil Gibran.